A autossabotagem nos faz acreditar que não somos bons o suficiente, que vamos fracassar, ou que não merecemos conquistar o que desejamos.
Ela não grita.
Ela adia, distrai e faz duvidar de si.
A autossabotagem nos faz acreditar que não somos bons o suficiente, que vamos fracassar ou que não merecemos conquistar o que desejamos.
Ela é sutil.
Se disfarça de perfeccionismo, de cansaço, de falta de tempo. Mas, no fundo, nasce do medo de errar, de ser julgado, de se frustrar. E tudo isso, aos poucos, nos paralisa…
No cotidiano — pessoal ou profissional — a autossabotagem pode nos afastar de experiências importantes.
Ela nos impede de assumir riscos saudáveis, de mostrar nossas ideias, de avançar com confiança.
Por isso, desenvolver consciência sobre esses padrões é essencial.
Não para nos cobrar, mas para criar espaço para escolhas mais alinhadas com quem somos e com o que desejamos construir.
Transformar esses mecanismos não é um processo rápido, mas é possível.
E começa quando trocamos o julgamento pela curiosidade, a rigidez pela escuta e a pressa pela presença.
Cuidar da saúde emocional é também uma forma de fortalecer nossa atuação no mundo — com mais clareza, autonomia e sentido.
Por fim, o autocuidado é uma forma suave de atravessar o processo de transformação.
E lembre-se: você não está sozinho. Pode — e merece — pedir ajuda especializada sempre que precisar.
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Lembre-se: o conhecimento é a chave que abre portas!
Com presença,
Magali Castro
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